Nesta sexta-feira (26), o espetáculo de teatro BR Trans será apresentado no Teatro do Sesc Campinas a partir das 20h. Idealizado pelo ator Silvero Pereira, o espetáculo, assistido por mais de 20 mil espectadores, em diversas cidades do país e também no XXX International Hispanic Theatre Festival of Miami, e recentemente no Brazil Festival in Dresden (Alemanha), tem como interesse temático o universo de travestis, transexuais e artistas transformistas brasileiros.
O processo cênico traz à cena histórias sobre medo, solidão e morte. Criado a partir de fragmentos de vidas reais de travestis, transexuais e transformistas, a obra vai além de abordar narrativas de superação e transformação.
A montagem, com direção de Jezebel De Carli e dramaturgia e interpretação de Silvero Pereira, é resultante de um processo de pesquisa cênica desenvolvida através do Edital Interações Estéticas 2012 (FUNARTE/MINC), em residência no SOMOS Pontão de Cultura LGBT (POA/RS), que teve como perspectiva o teatro enquanto instrumento capaz de entreter, promover discussão e fomentar a transformação social através da arte. “BR-TRANS é um processo artístico-documental que traça os pontos convergentes e divergentes do universo Trans brasileiro entre os pólos regionais Nordeste e Sul do País. Trata-se de um trabalho estético com base nos afetos, nas relações estabelecidas durante a pesquisa e na oportunidade de provocar questionamento, quiça uma transformação social a partir da quebra de preconceitos por meio da arte”, afirma Silvero.
Os ingressos podem ser adquiridos a partir de R$ 3 no Portal do Sesc Campinas ou nas bilheterias das unidades.
A apresentação do espetáculo faz parte de uma programação para lembrar o Dia Nacional da Visibilidade Trans. A data visa ressaltar a importância da diversidade e marca a luta pelos direitos das pessoas trans, representadas por travestis, transexuais e transgêneros. A temática da diversidade de gênero cada vez mais toma espaços de discussão sobre a cidadania e a promoção de reconhecimento e respeito. As ações tem a intenção de criar e fomentar reflexões acerca da pluralidade das identidades de gênero, considerando que o Brasil é o país que mais mata transgêneros no mundo, com 193 casos de homicídio em 2017 (Rede Trans). Torna-se fundamental desconstruir os processos de estigmatização da população trans e promover o direito fundamental à singularidade. A identidade de gênero não esgota a subjetividade de uma pessoa, há diferentes formas de vivenciar. A ação é um convite para praticar o respeito, a convivência com as diferenças e a valorização da diversidade. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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