Ele acredita que a escola não deve ser local para a prática religiosa. “Acho que a escola não é um ambiente que se ensine a parte religiosa da pessoa, a escola tem outros tipos de responsabilidades. Até porque o nosso país nos dá total liberdade para praticar qualquer religião. Não acho que o ambiente da escola deve ser obrigado ou ter autorização para isso”.
Ele teme que as escolas priorizem algumas religiões em detrimento de outras, e que os alunos acabem sendo constrangidos por causa de sua crença.
O bom senso no bisco contrasta com a posição do advogado Fernando Neves, representante da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), que defendeu a obrigatoriedade do ensino religioso por estar previsto na Constituição, e disse que o poder público não pode impedir o cidadão de ter a opção de aprofundar os conceitos sobre sua fé. Para ele, o ensino religioso não é catequese, nem proselitismo. “É aprofundamento daquele que já escolheu aquela fé, por si ou por sua família. Os alunos são livres para frequentar”.
O secretário-geral da (CNBB), Dom Leonardo Steiner, disse que a entidade poderá oferecer sugestões para organizar o ensino confessional nas escolas públicas, e está também à disposição para o diálogo com o Conselho Nacional de Educação. (Carta Campinas com informação da Agência Brasil)
Químicos Unificados na porta da fábrica da Amanco para lembrar o 28 de Abril (imagem…
(Foto: Lorraine Carvalho Ramos - divulgação) O público interessado em aprender sobre a literatura de…
Moreno Overá e Trio Virado. (Foto de João Rafael - divulgação) No dia 1º de…
(foto lula marques - ag brasil) Em uma decisão surpreendente, uma articulação da extrema direita…
(foto divulgação) A cantora, compositora e guitarrista baiana Jadsa sobe ao palco do Espaço Multiuso…
(foto toninho oliveira - divulgação) Do passinho ao hip-hop, do popping ao vogue, o Red…