Dallagnol é defensor uma justiça jurídico-teológica, semelhante a existente antes do iluminismo. As teses defendidas pelo procurador no livro As Lógicas das Provas do Processo são um caso a ser estudado pelas faculdades de Direito do Brasil. Para espanto de quem já estudou um pouco da Revolução Francesa, em trechos do livro, o procurador da Lava Jato defende que “provar é argumentar” e que julgar é um “ato de crença, ou seja, um ato de fé”.
Dallagnol também responde a um processo movido pelo ex-presidente Lula no caso do PowerPoint. Os advogados de Lula pedem R$ 1 milhão de indenização. As palestras de Dallagnol também foram alvo de polêmica recente.
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