Por Eduardo de Paula Barreto
.
Morrer de trabalhar
Ou trabalhar até morrer
Sem poder aproveitar
O crepúsculo do viver
Vivendo em prantos
Para garantir aos bancos
Recursos bilionários
Através de depósitos
Feitos até o óbito
Dos beneficiários.
.
Sofrer até chorar
Ou chorar de tanto sofrer
Vendo o suor evaporar
Sem regras para estabelecer
A justiça nas relações laborais
Através de normas legais
Que garantam ao cidadão
Ter na diária labuta
A dignidade de quem luta
E não açoites da escravidão.
.
Ao trabalhar sem normas
E envelhecer sem amparo
O indivíduo se transforma
Num mero vassalo
Que trabalha para realizar
Os sonhos de quem está
Impondo-lhe pesadelos
Mas o trabalhador que se ama
Diz ao levantar-se da cama:
Os meus sonhos primeiro.
.
03/04/2017
(foto rosinei coutinho - stf) Com atos ilegais e abusos, André Mendonça põe a toga…
(imagem divulgação) O projeto “O Eu, o Isso e o Cinema” realiza no sábado, dia…
(imagem divulgação) Na próxima quinta (10/09), a partir das 19h30, será apresentado no Auditório da…
(imagem reprodução divulgação) Imagina uma fábrica ou empresa hipotética em que, em determinado momento, perto…
(foto divulgação) Criolo chega a Campinas no dia 19 de setembro com um show que…
Senadores da República articulam a apresentação de um pedido de impeachment contra o ministro do…