De acordo com os organizadores, Campinas vem passando por um processo de terceirização em várias áreas, como saúde, assistência social e educação. O que sucateia o atendimento a população e as condições de trabalho dos profissionais.
“A privatização da Farmácia do Hospital Mário Gatti e o chamamento público em áreas como a saúde mental e a assistência social são marcas importantes desse processo que precariza os serviços, diminui salários, leva a demissões e acentua as situações de assédio moral”, anotam.
Presenças confirmadas na atividade: Fórum Popular de Saúde de Campinas, Luta Antimanicomial Campinas, Associação AFLORE, Mandato Vereadora Mariana Conti, Mandato Vereador Pedro Tourinho, Conselho Regional de Psicologia-SP, Movimento de Trabalhadores do Cândido Ferreira, entre outro
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