Paiva foi um dos participantes da mesa redonda “Chacinas em Fortaleza: Violência e Segregação Social”, promovida nesta terça-feira (22) pelo Programa de Pós-Graduação e Sociologia da Universidade Estadual do Ceará (Uece). O evento teve como assunto central a Chacina de Messejana, que completou um ano este mês.
Durante a chacina morreram 11 pessoas, a maioria jovens, em uma só noite no bairro Messejana. Todas foram mortas a tiros. Em setembro, o Ministério Público Estadual (MPCE) denunciou 45 policiais militares. A Justiça aceitou 44. Os denunciados estão presos preventivamente. Em outubro, começaram as audiências do processo.
Mãe de uma das vítimas, Edna Cavalcante participou da mesa redonda. Muito emocionada, ela relembrou o convívio com o filho Alef, que tinha 17 anos quando foi morto, e disse que hoje se mobiliza com as famílias das outras vítimas para evidenciar a vulnerabilidade dos jovens das periferias. “Calaram a boca do meu filho. Isso é uma dor muito grande para uma mãe. Se eu estou aqui falando, é porque não vou me calar, pois outros jovens podem ser vítimas. Precisamos barrar essa polícia que mata e lutar por uma polícia melhor.”
Os nomes de Alef Cavalcante e de Jardel dos Santos, que também tinha 17 anos e foi morto na noite da chacina, hoje dão nome a duas ruas de Fortaleza. (Edwirges Nogueira – Agência Brasil)
(imagem paula arielly - divulgação) A temporada de estreia do Projeto Terror em Cena, assinado pelo…
(foto Elisa Maciel - divulgação) A nova geração da música brasileira ganha destaque em Campinas…
(foto mari jacinto - divulgação) O espetáculo teatral "O Legítimo Pai da Bomba Atômica" será…
(foto pedro quintans - divulgação) O cordelista, poeta e compositor Samuel de Monteiro lança o…
(foto juliana lira - divulgação) O compositor, arranjador e baixista Peu Abrantes se apresenta em…
(foto tânia rego - ag brasil) O reservatório de água da usina de Itaipu, na…