A vila tem uma área de 102 mil m² que era da Fepasa e foi leiloada há 10 anos. Na época, o Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa (Ipep) comprou o local por R$ 7 milhões.
Esta semana, a Câmara de Campinas criou uma Comissão de Representação da Casa para acompanhar a desocupação da Vila Mac Hardy e atuar junto à Companhia de Habitação (Cohab) e autoridades para ajudar às cerca de 50 famílias de ex-ferroviários que vivem naquele local. As famílias receberam notificação judicial para deixarem o local assinada pela juíza da 4ª Vara Cível, Roberta Cristina Morão.
“Estas famílias moram lá há 40, 50 anos, e as residências faziam parte dos benefícios que tinham em contrato de trabalho. A área foi vendida e eles não receberam nada, portanto não é só uma questão de encontrar um lugar para elas morarem, como também de conceder indenização a estas pessoas pelos danos materiais e até morais que estão tendo em virtude desta decisão”, disse o vereador Carlão do PT, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Campinas. O vereador, que esteve no local durante a desocupação, defende que as famílias de ex-ferroviários da Vila Operária Mac Hardy (Jd Guanabara) sejam indenizadas.
O vereador Paulo Bufalo (PSOL), que também acompanhou a a expulsão das famílias pela Justiça, afirmou em rede social que a área foi vendida ilegalmente pelo governo de São Paulo. Bufalo também afirmou que a prefeitura ficou totalmente ausente no processo.
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