Os profissionais da Secretaria de Saúde percorrerão imóveis nos bairros Jardim Independência, Jardim do Sol, Solar Campinas, Residencial Barão do Café, Residencial Rio das Pedras, Vila Modesto Fernandes e Burato.
Os trabalhos, segundo o médico veterinário Felipe Vita Pedrosa, da Visa (Vigilância em Saúde) Norte, incluem atividades de informação e educação em saúde, visita a médicos veterinários da região e levantamento da população de cães e gatos da área. O objetivo é avaliar a cobertura vacinal contra a raiva.
“É importante informar os veterinários no sentido de aumentar a sensibilidade para a detecção da doença em cães, gatos e animais de produção, assim como orientar o encaminhamento dos animais que morrerem com suspeita de raiva para diagnóstico no Instituto Pasteur. Médicos veterinários, pesquisadores e tratadores de animais são pessoas com maior risco de exposição ao vírus rábico durante atividades ocupacionais. Por isso, devem receber profilaxia de pré exposição para a raiva, realizada com vacinas, além de posterior sorologia”, afirma Pedrosa.
Todos os mamíferos são suscetíveis à infecção pelo vírus da raiva e sua evolução é quase sempre fatal. A transmissão ocorre quando o vírus rábico existente na saliva do animal infectado penetra no organismo, através da pele ou mucosas, por mordedura, arranhadura ou lambedura, mesmo não existindo necessariamente agressão. No Brasil, o principal animal que transmite a raiva ao homem, em espaços urbanos, é o cão seguido do gato. Em espaços rurais é o morcego.
Em Campinas, o último caso de raiva humana foi registrado no ano de 1981. Em 2014, foi diagnosticado um felino com raiva na área do distrito de Nova Aparecida, região Norte. Em 2015, no Jardim Aeroporto, na região Sudoeste, um cão foi diagnosticado com raiva. Em ambos os casos, foi verificado laboratorialmente se tratar de vírus proveniente de morcegos.
O município tem registrado em sua área urbana uma média de dez casos de raiva em morcegos não hematófagos por ano, além de casos em bovinos, equinos e morcegos hematófagos na área rural. Em 2015, foram diagnosticados seis casos de raiva em morcego. Em 2016 são quatro, sendo três em Barão Geraldo.(Carta Campinas com informações de divulgação)
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