O documento contém a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, o parto ou após o nascimento. Também traz critérios para a exclusão de casos suspeitos e apresenta um sistema de notificação e investigação laboratorial.
Há ainda orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica de casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados. O protocolo também traz informações sobre o reforço do combate ao Aedes aegypti.
O diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Cláudio Maierovitch (foto), lembrou que, desde ontem (7), a medida padrão adotada para a triagem de bebês com microcefalia passou a ser 32 centímetros (cm) e não mais 33 cm, conforme preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Essa diferença aparentemente pequena leva a um grande número de notificações de crianças que estão na curva de normalidade, no extremo dessa curva”, disse Maierovitch. “Passamos a captar com mais segurança crianças que têm mais chance de ter microcefalia”, completou.
O ministério informou ainda que a presidenta Dilma Rousseff deve se reunir hoje às 17h com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, e com governadores de diversos estados para discutir um plano de combate e enfrentamento ao vírus Zika.(Paula Laboissière/Ag Brasil)
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