“Você só disputa as vagas com pessoas que tiveram, mais ou menos, as mesmas condições que você. É uma disputa mais justa”, afirma Daniel Henrique Miguel, um dos 347 cotistas da Universidade Federal do ABC. Ele pretende ser engenheiro de gestão e preencheu a vaga como cotista por ser afrodescendente e ter estudado em escola pública.
Para Maria José Menezes, do Núcleo de Consciência Negra da USP, a Lei de Cotas é uma das ferramentas que “busca tornar a nossa sociedade, extremamente cheia de injustiças e exclusões, mais igualitária”. Ela afirma que o acesso ao ensino universitário é um direito.
“É um direito dessas populações terem o acesso ao conhecimento, por outro lado essas populações vão trazer os seus saberes e vão fazer com que essas instituições tenham uma riqueza muito maior”, diz Maria José.
Segundo o Núcleo de Consciência Negra, hoje na USP apenas 8% dos alunos são negros. “Se pensar que, em São Paulo, mais de 35% da população é negra e parda, isso é um descompasso muito grande. É uma falta de democracia muito violenta e muito escancarada”, conclui a militante. (RBA)
(foto global sumud flotilla) A Justiça condenou o vereador de Campinas Vini de Oliveira (Cidadania)…
Professora e intérprete de Libras Michelle Gonçalves Dinamarco, vencedora do concurso em 2025 (imagem divulgação)…
(imagem divulgação) Coletivo de fortalecimento feminino através da literatura marca presença no Flipoços 2026 com…
Bosque dos Jequitibás (foto rogério capela - arquivo pmc) Um Projeto de Lei Ordinária (PLO)…
(foto pedro frança - senado federal) O Bolsonarinho 01 (PL) , o filho mais velho…
(foto nina pires - divulgação) A Casa do Sol, em Campinas, se transforma novamente em…