Por Rodrigo Arruda
“O Puta Dei é um momento de cultura e lazer, um momento de comemoração e também um chamado para a categoria se unir, participar e conhecer seus direitos”, disse Betânia Santos, coordenadora geral da Associação Mulheres Guerreiras que organiza o evento.
O evento, que acontece em diversas cidades do país, busca unir os profissionais do sexo e a sociedade para lutar contra o estigma e preconceito social, principais obstáculos para a conquista de direitos básicos para as prostitutas.
O Dia das Prostitutas é comemorado no dia 2 de junho porque na França, em 1975, 150 mulheres prostitutas ocuparam uma igreja em protesto contra a violência do Estado, que usava a polícia para reprimir os espaços de trabalho das mulheres e faziam perseguições aos seus familiares. As prostitutas queriam que a utilidade social de sua profissão, como verdadeiras educadoras sexuais, fosse reconhecida e conseguiram uma repercussão mundial, utilizando dos meios de comunicação e da conversa corpo a corpo – distribuindo impressos que diziam a gravidade da perseguição policial que sofriam. A partir de então, este dia é celebrado em várias partes do mundo como o Dia Internacional da Prostituta.
O Puta Dei no Brasil, começou em Belém do Pará, em 2012, organizado pelo GEMPAC (Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Pará).
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