De acordo com o mais recente balanço sobre a doença foram 1.422 ocorrências em janeiro, 6.056 em fevereiro, 18.944 em março e 3.902 em abril. Outros 3.023 estão sob investigação pelo Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa).
O levantamento aponta também a confirmação de mais três mortes de moradores de Campinas. São duas mulheres, uma de 46 anos e outra de 71, moradoras da região Sudoeste, e um homem de 97 anos, morador da região Leste. Tanto a mulher de 71 e quanto o homem de 97 eram portadores de doenças crônicas. Pessoas idosas e portadores de doenças crônicas têm maior risco de desenvolver formas graves de dengue e, consequentemente, maior risco de óbito.
Com estas novas confirmações de mortes, o município acumula até esta data (30 de abril) sete óbitos confirmados por complicações da doença. Outros três aguardam resultados de exames para confirmação ou descarte.
Historicamente, o período de janeiro a maio é o de maior incidência de dengue, por conta das condições climáticas que favorecem a proliferação do mosquito transmissor. É o chamado período sazonal. (Com informações de divulgação)
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