Os instrumentos usados por Paulo Freire são a tradicional viola caipira – de dez cordas – e a viola de cocho – uma viola rústica encontrada apenas no pantanal mato-grossense. Adriano Busko, na percussão, e Tuco Freire, no contrabaixo, juntam-se ao violeiro para formar o Trio. Estes músicos atuam juntos há muito tempo e, com uma formação musical eclética, trazem o lundu, os toques de viola, as canções sertanejas e até um blues na viola de cocho.
Paulo Freire aprendeu a tocar no sertão do Urucuia, noroeste de Minas Gerais, e participou dos premiados grupos Teatro Vento Forte, Ânima e Orquestra Popular de Câmera. Situações da vida brasileira são mostradas em suas apresentações, como a saga de Antônio Conselheiro e a poesia de João Pacífico, a história do homem que virou passarinho, canções de Alvarenga e Ranchinho, além de divertidos cocos de viola – músicas das quais o público é convidado a participar.
Já a Orquestra Filarmônica de Violas, com sede em Campinas, entra em seu décimo ano de atividades como um dos mais importantes grupos do gênero no País. Ela é reconhecida pelo alto nível de sofisticação e inovação nos arranjos. A Orquestra apresenta arranjos concebidos para tirar o máximo de versatilidade do instrumento, com sinfonias que emocionam pela delicadeza e beleza que já se tornaram a marca do trabalho do grupo. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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