Aquela fileira de flores
que talvez tenha me feito sombra.
Quanto ainda lembro de sua beleza
das flores azuis na entrada
o quintal vasto e perigoso
com buracos que pareciam
ir ao outro mundo.
A larga varanda vermelha
e a janela grande da cozinha
em cuja mesa eu um dia
me sentei cansada.
O cansaço novo
daqueles dias.
Que se ia no pedaço
de areia quente
onde surgiam meus mundos.
Que se perdia no longo tapete
onde eu inventava uma
nova casa dentro da casa.
O chão ainda novo, reformado
que eu pisei por poucos anos
hoje por novos pés pisado.
Oh que saudade não tenho
dessa sobrevivente casa paterna
a pulsar nos retratos guardados.
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