O ex-presidente da Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) no governo do PSDB, formador pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e professor da Unicamp, Jurandir Fernandes, é citado pelo diretor da Siemmens, Everton Rheinheimer, como um dos participantes do “forte esquema de corrupção” do metrô de São Paulo.
Além dele, outros integrantes da cúpula do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) também foram citados como beneficiários: José Anibal (secretário estadual de Energia) e Rodrigo Garcia (secretário de Desenvolvimento Econômico), além do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), do deputado Arnaldo Jardim (PPS) e do deputado licenciado Edson Aparecido (PSDB). A notícia foi publicada pelo jornal Estado de São Paulo, que afirma não ter localizado Jurandir Fernandes para comentar o caso.
As acusações, que foram feitas pelo ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer e enviadas pelo Cade à Polícia Federal, estão anexadas ao inquérito que investiga o cartel em São Paulo e no Distrito Federal. A informação, publicada pelo Jornal Estado de S. Paulo, consta de relatório entregue no dia 17 de abril ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O ex-diretor afirma dispor de “documentos que provam a existência de um forte esquema de corrupção no Estado de São Paulo durante os governos (Mário) Covas, (Geraldo) Alckmin e (José) Serra, e que tinha como objetivo principal o abastecimento do caixa 2 do PSDB e do DEM”. (Carta Campinas)
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