(foto wenderson araujo - cna-divulgação -ag brasil )
O agronegócio é uma espécie de ‘mulher de malandro’ ou ‘marido de malandra’. Apanhou como um condenado no governo Bolsonaro, mas não largou o pé do ex-presidente fascista. Setores dentro do agronegócio idolatram quem promove a destruição ambiental que está destruindo o próprio agronegócio, como já vem acontecendo nas lavouras do Rio Grande do Sul com as mudanças climáticas e falta de proteção de matas ciliares.
Com Lula na presidência, setores do agro fizeram de tudo para prejudicar o governo, inclusive alguns fazendeiros financiaram a tentativa de golpe de Estado. Mas, por mais negacionistas que possam ser, não dá para negar a realidade. O agronegócio nunca foi tão bem graças ao governo Lula e aos subsídios bilionários pago por toda a sociedade nos planos safras e em outras modalidades de privilégios financeiros.
Em 2025, o agronegócio fechou com recorde de exportações. Elas totalizaram US$ 169,2 bilhões, o que representa um aumento de 3,0% em relação aos US$ 164,3 bilhões registrados em 2024. O valor corresponde a 48,5% de todo o valor exportado pelo Brasil no ano passado. O resultado foi impulsionado pelo aumento de 3,6% no volume de produtos enviados ao exterior, desempenho que compensou a queda de 0,6% nos preços médios.
De acordo com o ministro do governo Lula, Carlos Fávaro, o recorde no valor exportado é resultado da estratégia adotada pelo governo federal, por meio da ação coordenada entre o Mapa, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a ApexBrasil, de diversificação de produtos e destinos, além da resiliência e do esforço do produtor brasileiro, que produziu em 2025 quantidade suficiente para abastecer o mercado interno, ajudando no controle dos preços, e exportar os excedentes, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o país por meio de uma agropecuária cada vez mais tecnológica e sustentável.
Graças a Lula, o agronegócio brasileiro alcançou a marca de 525 novos mercados abertos desde 2023, início do governo. Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua, os mercados abertos desde o início desta gestão já trouxeram aproximadamente US$ 4 bilhões em receitas cambiais adicionais, sem contar o impacto das inúmeras ampliações de mercado realizadas no período.
Além disso, a estratégia de diversificação de produtos elevou, durante o último ano, as exportações de produtos não tradicionais em cerca de 15%, e a diversificação de destinos possibilitou que o agronegócio brasileiro enfrentasse turbulências no cenário internacional (tarifaço, casos de influenza aviária, redução dos preços internacionais de algumas commodities, etc.).
Há ainda destaque para o efeito da safra recorde de grãos 2024/2025, que atingiu 352,2 milhões de toneladas, representando um incremento de 17% em relação ao ciclo anterior. Na pecuária, a produção atingiu níveis recordes para as carnes bovina, suína e de frango, permitindo a existência de excedentes exportáveis sem comprometer a oferta de produtos agropecuários para o mercado interno. (Com informações de divulgação)
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