
Concebida pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a Plataforma Tela Brasil é uma iniciativa pública que oferecerá gratuitamente à população conteúdos audiovisuais brasileiros de curtas, médias, e longas-metragens, além de obras seriadas. Como um serviço de Vídeo por Demanda gratuito (streaming público), sua assinatura é gratuita e o cadastro será vinculado ao gov.br, assegurando a convergência com outras políticas públicas digitais do Governo Federal e ampliando o acesso da população aos serviços públicos.
O Ministério da Cultura (MinC) esclareceu, por meio de nota, neste domingo (18) que a plataforma gratuita de streaming Tela Brasil ainda se encontra em fase final de testes e não foi lançada.
De acordo com o ministério, “não procede a informação de que o serviço já estaria disponível”, e a plataforma e seus aplicativos (versões Android e IOS) têm lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2026.
Na avaliação do MinC, a Tela Brasil será uma importante entrega da política cultural do governo federal para o setor audiovisual, na medida em que reunirá centenas de títulos brasileiros, ampliando, “de forma inédita”, o acesso da população às produções nacionais.
“A iniciativa de difusão do audiovisual representa um avanço estratégico para a valorização da cultura brasileira, o fortalecimento do setor e a democratização do acesso às obras produzidas no país”, afirmou o MinC.
A nota traz a avaliação de que as repercussões positivas e celebradas sobre o lançamento da plataforma de streaming pública “demonstram o orgulho e o desejo da sociedade brasileira de acessar sua cultura”.
O ministério conclui afirmando que as informações oficiais sobre o lançamento serão divulgadas em breve em seus canais institucionais.
Além de atender ao público em geral, a Plataforma Tela Brasil tem como públicos-alvo prioritários as escolas de educação básica, sendo uma das principais ferramentas para cumprimento a Lei 13.006/2014, que determina a exibição de filmes nacionais no ambiente escolar. Também contempla espaços não comerciais de exibição, como cineclubes, Pontos e Pontões de Cultura, bibliotecas públicas, centros de difusão cultural, de leitura e de memória, além dos CEUs.
A construção do catálogo está em andamento, com o levantamento e preparação de acervos do próprios do Ministério da Cultura e instituições parceiras (Cinemateca Brasileira, CTAv, Funarte e Fundação Cultural Palmares), filmes brasileiro indicados ao Oscar, além do edital de licenciamento, totalizando um catálogo com aproximadamente 555 obras, com investimento de R$ 4,4 milhões. (com informações da Agência Brasil e gov.br)
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