Um ato pelo fim da violência contra as mulheres e feminicídios será realizado em Campinas nesta terça-feira, 27 de janeiro, às 16h30, em frente à Prefeitura, na Avenida Anchieta, Centro.
Pelo menos oito mulheres foram assassinadas por ódio de gênero na cidade em 2025, segundo dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Sinesp) até o mês de novembro. No Estado de São Paulo, os casos chegaram a 233, o maior número absoluto registrado no Brasil e que pode subir ainda mais com as estatísticas de dezembro, ainda não divulgadas. O total nacional, até agora, é de 1.470 feminicídios, um recorde histórico.
O ano começou na região com pelo menos três casos de assassinatos de mulheres e uma tentativa. Entre 2023 e 2024, o registro de violência contra mulheres adultas residentes de Campinas aumentou 12%. Os dados são do 18º Boletim Sisnov – Sistema de Notificação de Violência em Campinas, divulgado em 3 de dezembro e referem-se a moradoras do município, independentemente da cidade de ocorrência.
Foram 1.777 notificações de violência contra mulheres de 18 a 59 anos. Em 2023 foram 1.585. No acumulado do período que vai de 2019 a 2024, foram contabilizados 6.818 registros. De acordo com o documento, cônjuges ou ex-cônjuges são responsáveis por 42,1% das violências notificadas contra mulheres.
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