Os planos de saúde tiveram um lucro líquido de R$ 3,3 bilhões no primeiro trimestre de 2024, segundo o Painel Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar, divulgado pela Agência Nacional de Saúde, a ANS, lembra reportagem de Nayara Felizardo do Intercept Brasil, sobre as 7 mega corporações que controlam a economia do Brasil, a partir da pesquisa de Eduardo Magalhães Rodrigues.
As 7 mega corporações são Rede D´Or, DASA, Eurofarma, Notre Dame, Amil, Aché e Hapvida. Essas sete empresas da área da saúde controlam outras 192 e fazem parte do grupo de 1% das corporações que possuem mais de 20% das ações das empresas mais poderosos do Brasil. Praticamente donos da saúde do brasileiro.
Por isso, disse o pesquisador Rodrigues, “é ridículo essas empresas dizerem que têm prejuízo com os convênios médicos”. Ao mesmo tempo em que lucravam bilhões, no início do ano elas alegaram prejuízo para cancelar convênios de autistas, idosos e pessoas com doenças graves.
Segundo Rodrigues, situações como essas revelam na prática qual é o problema do oligopólio da saúde privada, formado principalmente por sete empresas. “Essas empresas fazem o que querem. Elas sentam em uma mesa e determinam quais serviços vão ser oferecidos, em qual qualidade e a que preço”, diz o pesquisador. (Veja reportagem AQUI)
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