A campanha paras as eleições municipais de outubro deste ano começam nesta sexta-feira, 16 de agosto, sendo liberadas as propagandas e os pedidos de votos, na internet e nas ruas. A campanha ocorre até a véspera da votação, marcada para 6 de outubro.
A campanha mantém a distorção do impulsionamento de propagandas na internet – isto é, o pagamento por maior alcance de pessoas, que é permitido e beneficia candidatos com maior poder financeiro, caciques partidários, além de beneficiar exclusivamente as grandes empresas e tecnologia.
Apesar de ter uma série de condicionantes, entre elas a de que a plataforma a oferecer o serviço mantenha um canal de atendimento ao eleitor, por exemplo, a regra foi inserida para beneficiar as bigtechs e os caciques políticos que controlam a estrutura partidária e representam as camadas mais ricas da sociedade.
Essas exigências mínimas fizeram empresas como o Google deixar de participar desse mercado. A big tech anunciou que neste ano não vai permitir propagandas eleitorais em suas plataformas no Brasil. Aliás, todo impulsionamento pago deveria ser proibido para igualar os candidatos.
Também são permitidos, por exemplo, a distribuição de santinhos, as caminhadas, carreatas, os comícios, o uso de equipamentos de som e outros tipos de manifestação política, bem como a transmissão desses eventos pelas redes sociais.
Pelas regras, os candidatos podem lançar seus sites e pedir votos em perfis de rede social e aplicativos de mensagem, embora seja proibida a contratação de disparos em massa.
Também está proibido pagar para que personalidades e influenciadores veiculem propagandas de candidatos em seus perfis na internet, ainda que essas pessoas possam manifestar voluntariamente o apoio a candidatos e fazer a veiculação gratuita de material de campanha.
As propagandas eleitorais que começam agora não devem ser confundidas com o horário eleitoral gratuito em rádio e TV, que será transmitido de 30 de agosto a 3 de outubro. O uso desses meios de comunicação de massa é mais restrito, sendo proibida a contratação de espaço publicitário além do tempo estipulado pela Justiça Eleitoral para cada partido. (Com informações da agência Brasil)
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