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O ativista Michael Shellenberger, que foi vendido no Brasil como jornalista para poder atacar o Brasil e o Supremo Tribunal Federal (STF), é na realidade um ativista antiambiental, que atua em benefício de empresas poluidoras. O ativista defendeu em vídeo crimes cometidos por meio da mentira.
Ele defende por exemplo um dos processos mais contaminantes do mundo, que é o fracking para exploração de combustíveis fósseis. O fracking consiste numa técnica utilizada para realizar perfurações de até mais de 3,2km de profundidade no solo. O seu objetivo é extrair o gás de xisto ou folhelho, utilizados para produzir o gás natural.
O fracking está associado à produção e emissão de mais de mil compostos químicos, muitos dos quais são tóxicos ou potencialmente cancerígenos. Ele está ligado a um aumento nos casos de leucemia em crianças, nascimentos prematuros, bebês com baixo peso e más formações congênitas onde é praticado (link). E diz que o Aquecimento Global não é problema!!
Ele também escreve livros atacando a defesa do meio ambiente e a pauta ambiental. Publicou o atrito “The Death of Environmentalism – Global Warming Politics in a Post-Environmental World”, em coautoria com Ted Nordhaus, (2004). Em 2007, a dupla lançou o livro Break Through: From the Death of Environmentalism to the Politics of Possibility.
Ou seja, ao que tudo indica parecer ser um trambiqueiro de marca maior para entrar no esquema da extrema direita brasileira.
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