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O vereador de Campinas Major Jaime (PP) propôs a honraria de ‘Cidadão Emérito’ da cidade para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está sendo investigado por diversos crimes e pode ser preso nos próximos meses conforme avançam as investigações relacionadas a fraudes, apropriação de bens públicos, tentativa de golpe e outros.
O possível homenageado por Campinas também já recebeu a Polícia Federal em sua residência em mandados de busca e apreensão de provas. Veja abaixo os principais crimes em que o possível homenageado é investigado.
A votação da honraria ao investigado pela Justiça deve acontecer na próxima quarta-feira, dia 06 de março de 2024, na Câmara Municipal de Campinas/SP. A tentativa de honraria para o ex-presidente está neste Projeto de Decreto Legislativo 8/2024.
Veja a lista de alguns crimes que devem condenar Bolsonaro:
Venda de presentes:
A PF investiga um esquema de venda de presentes recebidos pela Presidência durante o governo Bolsonaro. Auxiliares do ex-presidente venderam ou tentaram comercializar ao menos quatro itens, sendo dois entregues pela Arábia Saudita e dois pelo Bahrein.
Fraude no cartão de vacina
Possível homenageado, Bolsonaro foi alvo de mandado de busca e apreensão pela suspeita de fraude em seu cartão de vacina. A PF identificou que os certificados de vacinação do ex-presidente e da filha dele, Laura, foram adulterados.
Tentativa de Golpe de Estado
Bolsonaro é um dos investigados com provas robustas e depoimentos no inquérito do STF que investiga supostos incitadores e autores intelectuais da tentativa de Golpe de Estado que culminou com o 8 de janeiro.
Mortes na Pandemia
Bolsonaro, segundo a investigação da PF, cometeu incitação ao crime, por estimular as pessoas a não usarem máscaras, além da contravenção penal de “provocar alarme ou perigo inexistente” ao associar o uso da vacina da Covid-19 com o desenvolvimento do vírus da Aids.
Vazamento de inquérito
Bolsonaro, segundo a PF, cometeu o crime de violação de sigilo funcional, ao divulgar uma investigação sigilosa sobre ataque hacker ao TSE.
Interferência na Polícia Federal
Bolsonaro é investigado por interferência na PF, denunciada pelo ex-ministro Sergio Moro (hoje senador), quando pediu demissão do Ministério da Justiça, em 2020. O então presidente prestou depoimento no caso em 2021, mas negou interferência. Em 2022, a PF afirmou que não houve crime, e a PGR pediu o arquivamento, mas ainda não há decisão.
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