Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União identificou uma mega corrupção no governo Bolsonaro que envolve mais de um milhão de pessoas já mortas. Sem qualquer controle no Cadastro Único (CadÚnico), o governo Jair Bolsonaro (PL) concedeu benefícios sociais de 28 programas do governo federal para um milhão de pessoas que haviam morrido, mas constavam como “vivas”(ativas) em outubro do ano passado, mês em que as eleições foram realizadas no Brasil. A falta de controle pode ter sido proposital para beneficiar o então candidato Bolsonaro (PL).
A CGU identificou, ainda, a existência 486 mortos inscritos querendo se cadastrar (rubrica “em cadastramento”), indicando que poderiam constar como ativos nos meses seguintes.
O governo do presidente Lula está fazendo uma limpa. Por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) o atual governo já excluiu 606 mil mortos do CadÚnico em abril.
Os dados foram divulgados na coluna do jornalista Carlos Madeiro, do UOL. O CGU fez a auditoria bem simples por meio do cruzamento de dados do CPF e da data de nascimento, apontou que “1.078.250 pessoas do CadÚnico (1,2% do total) tinham registro de óbito no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil e/ou no Sistema de Óbitos, o Sisobi”.
Ainda conforme a reportagem, “a CGU também identificou 468 mil famílias fora do perfil de renda no Auxílio Brasil, causando prejuízo de R$ 2,18 bilhões entre janeiro e outubro de 2022”. (Com informações do 247)
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