O governo Bolsonaro, que facilitou o uso de armas de fogo pela população e incentiva a violência, já colhe frutos sangrentos no campo. Sob Bolsonaro, a média de ocorrências de conflitos já é a maior da história. No ano passado, 35 pessoas foram assassinadas no campo, 29 somente na Amazônia. Os conflitos no campo seguiram acima da média no terceiro ano do governo Jair Bolsonaro (PL) relata reportagem de Bianca Muniz e Rafael Oliveira da Agência Pública.
O texto mostra o levantamento anual, “Conflitos no Campo Brasil 2021”, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) que registrou 1.768 ocorrências de conflitos, uma média de 34 por semana. Nos dois primeiros anos de Bolsonaro na presidência, foram computadas 1.903 e 2.054 ocorrências, respectivamente. A média para os 18 anos anteriores, entre 2001 e 2018, é de 1.408 ocorrências de conflitos. Somente a chegada de Bolsonaro ao poder, a violência no campo já aumentou pela sensação de impunidade que transmite o governo.
Os dados foram lançados na segunda-feira, 18 de abril, logo após o Dia Mundial de Luta Camponesa, celebrado ontem. Eles incluem conflitos por terra, água e trabalhistas.
A reportagem relata que as ocorrências registradas pela CPT estão especialmente concentradas nos nove estados da Amazônia Legal: foram 939, o equivalente a 53% do total. Em nível nacional, os conflitos afetaram quase 900 mil pessoas. “Entre as populações mais afetadas estão indígenas, posseiros, quilombolas, sem-terra, assentados e ribeirinhos. Os conflitos foram deflagrados especialmente por fazendeiros, empresários, grileiros, por agentes do governo federal e também mineradoras internacionais e garimpeiros, segundo o levantamento da CPT”, anotam. (Veja mais AQUI)
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