O governo Bolsonaro, que está completando mil dias de governo, pouco mais de dois anos e meio de governo, e já pode comemorar o resultado das medidas neoliberais que retiraram recursos, renda e direitos da população, como as reformas trabalhistas, da previdência, cortes no Bolsa Família e outros.
Em um resultado incrível, o governo consegui colocar pelo menos 2 milhões de famílias brasileiras em condição de extrema pobreza em pouco tempo.
Os dados são do Cadastro Único do governo federal, o chamado CadÚnico. Em dezembro de 2018, durante o governo Michel Temer (MDB), eram 12,7 milhões na pobreza extrema. Dois anos e meio depois e com Jair Bolsonaro na Presidência, esse número chegou a 14,7 milhões em junho de 2021.
Essas cerca de 8 milhões de pessoas, entre adultos e crianças, tiveram a renda reduzida e caíram para a extrema pobreza entre janeiro de 2019 e junho deste ano. 8 milhões considerando uma família de 4 indivíduos. Isso pode ser observado pela quantidade de pessoas vistas pelas ruas revirando lixo em busca de alimento e material para venda.
Família em extrema pobreza é aquela com renda per capita de até R$ 89 mensais. Em regra, são pessoas que vivem nas ruas ou em barracos e enfrentam insegurança alimentar recorrente. Os dados constam de reportagem de Carlos Madeiro, do Uol.
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