A Unicamp enviou às pressas 16 cilindros de oxigênio para a cidade de Registro, interior de São Paulo, que estava na iminência de ficar sem oxigênio para pacientes com Covid-19. “Precisava urgentemente levar para lá. Por sorte, felizmente, o professor Cláudio Tormena, diretor associado do Instituto de Química, tinha 16 cilindros cheios, de pureza 99,5%, teor liberado pela Anvisa”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Munir Salomão Skaf, em publicação da Unicamp.
Na última sexta-feira, 25, o Governo de São Paulo fez um apelo para que empresas e laboratórios façam a doação ou o empréstimo de cilindros para o envase de oxigênio hospitalar utilizado no tratamento de pacientes da covid-19. No levantamento do governo de São Paulo, o estado precisa adquirir rapidamente 2 mil cilindros de oxigênio para atender o aumento da demanda pelos pacientes com Covid-19.
As outras duas universidades públicas paulistas, Unesp e USP, também devem empresar cilindros de oxigênio até que o governo estadual consiga equilibrar o estoque. A Unicamp acredita que pode ceder 80 cilindros num primeiro levantamento.
Na recente e grave crise por falta de oxigênio que ocorreu em Manaus, a Venezuela teve de mandar caminhões de oxigênio para atender a população da capital e também do interior do estado do Amazonas.
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