Série de dança apresenta ‘Danças Guardadas pela Casa’, com Dudude Herrmann, e ‘Casa Tomada’, com Luis Arrieta

A programação da série Dança #EmCasaComSesc, realizada pelo Sesc São Paulo, traz na próxima semana a apresentação “Casa Tomada”, com Luis Arrieta, na terça-feira (25/8), e “Danças Guardadas pela Casa”, com Dudude Herrmann, na quinta-feira (27/8). A série mostra novos trabalhos todas as terças e quintas, sempre às 21h30, no canal do YouTube do Sesc São Paulo e no perfil do Sesc Ao Vivo no Instagram , sempre com uma apresentação ao vivo de dança direto da casa do artista.

Nascido no subúrbio de Buenos Aires, o coreógrafo e bailarino Luis Arrieta tem uma longa relação com a dança brasileira. Ele apresenta, na terça feira (25/8), “Casa Tomada”, dança que dialoga diretamente com o ambiente onde o artista vive, a partir da trajetória experienciada de si mesmo ao longo de mais de 40 anos de carreira. Além de coreógrafo e bailarino, Arrieta é professor e pesquisador da dança. Foi diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo por duas vezes, com mais de 150 criações, e trabalha com as mais importantes companhias do Brasil, atuando também na América Latina, Estados Unidos e Europa, em montagens e turnês.

(Foto: A C Cardoso)

“Danças Guardadas pela Casa”, apresentada por Dudude Herrmann na quinta-feira (27/8), é uma composição em tempo presente. A casa escuta, olha e sente seus habitantes. Pelos cantos e pelos espaços de uma casa guarda-se de tudo. Em qual dos cantos guardam-se danças? Talvez na boca da calça, no pé da mesa, nos quadros, na cozinha, nos livros. A casa às vezes se deixa dançar e, assim, seus habitantes podem flutuar. Dudude Herrmann é bailarina, coreógrafa, professora, diretora e performer. Vive entre Belo Horizonte e a cidade de Casa Branca-MG, no pé de uma montanha, onde trabalha e cria seus espetáculos e performances.

Dudude Herrmann (Foto: Lena Maia)

Sempre às terças e quintas-feiras, às 21h30, acontece uma apresentação de dança no formato de solos, duplas ou com mais integrantes – desde que estes já estejam dividindo o mesmo espaço neste período de quarentena – podendo ser coreografias inéditas, criados para este espaço digital, trechos de obras ou adaptações de trabalhos existentes, de acordo com o espaço e proposta de cada obra. As apresentações têm duração de até 40 minutos. Dentro desta linguagem, a experiência das diversas edições da Bienal Sesc de Dança, que teve sua 11ª edição realizada em setembro de 2019, possibilita a expansão da atuação digital da instituição. A programação terá como foco abranger o maior número de vertentes e movimentos da dança, em suas expressões, diversidades e poéticas de corpos, dentro das muitas áreas de pesquisa, como a clássica, urbana, contemporânea, performática e experimental.

(Carta Campinas com informações de divulgação)

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