A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio prenderem na manhã desta quarta-feira, 10 de maio, mais um militar acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Esse é o terceiro militar envolvido diretamente no crime, os primeiros são Ronni Lessa e Élcio Queiroz, que eram policiais militares.
Na operação contra suspeitos de ligação com os militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, apontados, respectivamente, como o autor dos disparos e motorista do veículo que matou a vereadora, foi preso o sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, de 44 anos, conhecido como Suel.
Maxwell não morava no condomínio de luxo de Bolsonaro, o Vivendas da Barra, mas em outro condomínio de luxo, em casa de dois andares, com piscina e outras benfeitorias. O condomínio de luxo fica no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Além disso, a polícia encontrou um automóvel no valor de R$ 170 mil.
O militar é suspeito de ajudar Ronnie a se desfazer de armas, que teriam sido jogadas no mar após a prisão do policial, em março de 2019. Além disso, o MP o acusa de atrapalhar as investigações e deverá ser investigado também com relação ao patrimônio.
A ação foi desencadeada por policiais da Delegacia de Homicídios e por promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Falta agora descobrir o mandante do crime.
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