O ex-secretário geral da Presidência nos primeiros dois meses do governo Bolsonaro, Gustavo Bebianno, morreu esta manhã após um infarto fulminante, aos 56 anos. A informação é do presidente estadual do PSDB, Paulo Marinho.
Bebianno estava em seu sítio em Teresópolis junto com um caseiro e seu filho. Segundo Marinho, por volta de 4h30 ele comunicou ao filho que estava passando mal e se dirigiu ao banheiro para ingerir um remédio. Minutos depois, sofreu uma queda e teve ferimentos na cabeça.
Bebianno foi levado para uma unidade hospital da cidade, mas não resistiu.
No último programa Roda Viva que participou, Bebianno afirmou que o esquema de segurança de Bolsonaro foi totalmente modificado no dia em que ele levou a facada (sem sangue), em Juiz de Fora (MG). Bebianno, que sempre acompanhava o candidato no carro, disse que aquele dia foi o único dia em que Bolsonaro não usou colete à prova de balas. A mudança foi feita por seu filho Carlos Bolsonaro, afirmou Bebianno. Mas não deu mais explicações sobre o caso.
Nos bastidores do programa, ele afirmou ter medo de falar tudo o que sabe.
Em entrevista após romper com Bolsonaro, Bebianno afirmou também que tem material sobre Bolsonaro até fora do Brasil. Ele afirmou durante entrevista para uma rádio de São Paulo que o material era uma forma de se proteger. “Bolsonaro tem relações com policiais bons e ruins”, afirmou. Veja abaixo. (Com informações do 247)
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