.Por Eduardo de Paula Barreto.
Chegamos ao fundo do poço
E nas trevas não enxergamos nada
Tornamo-nos apenas um esboço
De uma sociedade civilizada
Que deixou lá na superfície
Toda a expertise
Adquirida ao longo dos tempos
Desaprendemos a amar
A ser tolerantes e a aceitar
Que o mundo não é mais o mesmo.
.
Com oitenta tiros
Desfaz-se uma família
Deixando mortos os entes vivos
Em cuja memória o morto brilha
E os dedos que acionam os gatilhos
Apontando o pai para o triste filho
Destroem a sua reputação
E sem nenhuma autocrítica
Transformam a inocente vítima
Em apenas mais um ladrão.
.
Tornam-se frequentes os suicídios
E o ódio se materializa
Buquês são trocados por feminicídios
Ressurgem os ideais nazistas
E os embates físicos violentos
Se sobrepõem aos argumentos
Na resolução de conflitos
E o mal adquire maior relevância
Sempre que quem prega a intolerância
É chamado de mito.
.
(fotos roque de sá e marcos oliveira - ag senado) Em 2019, após iniciar o…
(foto reprodução) O espetáculo “Contra a Parede”, da Cia ParaladosanjoS, chega a Campinas nesta segunda-feira,…
Neste domingo, 26 de abril, a Sala dos Toninhos, na Estação Cultura, recebe o tradicional…
(fotos ricardo stuckert pr e vinicius loures cam dos deptuados) As recentes pesquisas mostram dois…
(foto adriana villar) As mulheres voltam a sair às ruas em todo o Brasil neste…
(foto divulgação) A obra de João Donato ganha nova leitura no show “Donato em 1…