.Por Alexandre Oliva.
Vou-me embora pra Pasárgaddad
Rei, amigo, não há mais
Morto e enterrado há séculos
Ciro, o Grande, lá jaz
Vou-me embora pra Pasárgaddad
Vou-me embora pra Pasárgaddad
Aqui não será feliz
E existir será aventura
De tal modo inconsequente
Se Jair, o da tortura
Fascista e falso doente
Vier a ser presidente
Eleito pra ditadura
Tão logo volte a suástica
Fugirei de bicicleta
Pra longe do burro brabo
Que resgata o pau-de-arara
E choques pra nos domar!
Não quero ser afogado
Em balde d’água do rio.
Lá, as crianças na escola
Ouvem contar a História
Que no tempo de eu menino
Ninguém podia contar.
Vou-me embora pra Pasárgaddad.
Em Pasárgaddad tem tudo,
Real civilização!
Tem um processo seguro
De contar a votação!
Tem telefone InternÉtico
Sem fake news de maldades
Mas com verdades bonitas
Para a gente divulgar.
E se aqui estiver bem triste
Assim de temer jair
E então a noite cair
Matando com seu coturno…
— Lá, não preside o Haddad,
Mas com a Manu de vice
Deu Lula, sem outro turno!
Vou-me embora pra Pasárgaddad.
(foto fernando frazão - ag brasil) A primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação…
(foto heloisa bortz - divulgação) Em São Paulo - O diretor e dramaturgo Marcos Damigo…
(imagens divulgação) Concebida pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura em parceria com a…
(imagem divulgação) Pela primeira vez em sua história, o Bloco Vermelho, que foi criado em…
(foto fiocruz amazônia) O médico infectologista da Fiocruz, Marcus Vinicius Guimarães Lacerda, que foi nomeado…
Brunna, idealizadora do “O Funk Ensina" (foto reprodução - instagram) O Festival A Rua É…