Depois saiu em defesa da Ficha Limpa. “Diz que a lei da Filha Limpa não foi um golpe”, fazendo de certa forma uma alusão a situação do golpe judicial, com a condenação sem provas do ex-presidente Lula.
Disse que o julgamento antecipado, antes do horário eleitoral gratuito e sem alegações finais, não há prejuízo às partes (tanto aos que pedem a impugnação da candidatura Lula quanto ao ex-presidente).
Para afastar a inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa, cabe recurso ao órgão competente (no caso, Superior Tribunal de Justiça), alegou.
Depois passou a analisar a decisão do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, que concedeu medida cautelar em defesa da candidatura Lula. Barroso negou acatar Comitê de Direitos Humanos. E prossegue no sentido de vetar o ex-presidente Lula.
Barroso rechaça a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU com a Lei da Ficha Limpa, fundamentando nas decisões de Sérgio Moro (primeira instância) e TRF-4 (segunda instância). O veto ainda está em andamento.
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