A decisão foi tomada após pedido da Procuradoria Geral da República, que num gesto de blindagem do tucano, pediu que o caso não fosse parar na Lava Jato em São Paulo, conforme pediram os procuradores da operação. Mesmo sendo delatado na Lava Jato, diferente de Lula o caso Alckmin vai para justiça eleitoral.
O inquérito corria no STJ por conta do foro privilegiado de Alckmin quando estava no cargo de governador. Desde que ele deixou o cargo, na última sexta-feira 6, o tucano perdeu a prerrogativa de foro, o que levou a força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pedir ao STJ “urgência” no envio de seu inquérito para a primeira instância.
Alckmin é investigado porque ex-executivos da Odebrecht delataram à Lava Jato que a empreiteira fez repasses de dinheiro para campanhas do tucano ao governo paulista e que os valores não foram declarados oficialmente na prestação de contas eleitorais. O cunhado de Alckmin, Adhemar César Ribeiro, recebeu parte desse montante em dinheiro, de acordo com os delatores.
Questionado sobre o caso nesta quarta-feira 11, Alckmin declarou: “A delação é de natureza eleitoral e sem nenhuma procedência. Isso vai ficar claro, é só aguardar um pouquinho”.(Do 247)
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