A Lava Jato foi um marco no Brasil, que gerou uma grande crise política. Agora a justiça brasileira tem partido político explícito. O viés partidário da Lava Jato e do juiz Sérgio Moro bagunçou completamente a ética na política e levou ao poder o chamado “Quadrilhão do PMDB“, como foi denominado o grupo de Michel Temer pelos investigadores.
Kátia Abreu é mais uma vítima dessa bagunça ética. Ela foi expulsa do PMDB a pedido do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que está preso por ter mantido um apartamento com R$ 52 milhões provenientes de corrupção, segundo a investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A Comissão de Ética do partido, que expulsou Kátia Abreu, não fez nada contra Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Henrique Alves, todos presos acusados de corrupção.
O motivo da saída de Kátia Abreu foram as críticas da parlamentar a Michel Temer, apontado como chefe de quadrilha pela Procuradoria-Geral da República. “A minha expulsão não é uma punição. É biografia. Lutei pela democracia no partido. Mas os corruptos venceram. Mas não por muito tempo.Vitoria de Pirro”, postou no Twitter
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