Entre as medidas estão facilitar acesso ao crédito, à assistência técnica rural, à infraestrutura e serviços, à conservação do solo e áreas degradadas, a pesquisas, ao cooperativismo, à profissionalização, entre outras ações.
O projeto também prevê a compra de produtos da agricultura familiar para serem servidos na merenda das escolas. A medida se opõe à onda conservadora do Brasil que quer dar ‘ração humana’ para a população pobre.
Para o vereador Alécio Cau (PDT), autor do projeto, a ideia é criar condições para que essas famílias permaneçam no campo, produzindo. “As regiões produtoras funcionam como um cinturão verde. Temos regiões produtoras de água, como na Serra dos Cocais, que têm uma série de produtores”, disse.
Caso a lei seja sancionada pelo prefeito Orestes Previtale (PMDB) e vire lei, também poderão ser beneficiados os silvicultores, aquicultores, extrativistas artesanais, pescadores e integrantes de comunidades remanescentes de quilombos rural. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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