.Por Eduardo de Paula Barreto.
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Quem é um no espelho
E outro na sociedade
Não é inteiro
É só uma metade
Que em si mesmo
Mantém um ser preso
E outro livre e infeliz
Que protagoniza a dor
Sendo nos palcos ator
E na intimidade atriz.
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Prisioneiro encarcerado
Na masmorra do medo
De ser desprezado
De sofrer preconceito
E de ouvir da família
Enfadonhas homílias
Sobre moralidade
Até ver-se em guetos
Criados pelo degredo
Da sexualidade.
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Certas condições são impostas
Sobrepondo-se ao arbítrio
As quais colocam nas costas
Inconfessáveis martírios
E para que a dor amenize
E que todos se imunizem
Contra a discriminação
Basta que compreendamos
Que se somos obra do Soberano
Não nos cabe questionar a criação.
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