Para ele, a estratégias de ensino devem ser desenhadas para fazer os estudantes pensarem e desenvolverem perspectivas críticas.
O´Loughlin, que trabalha no centro mundial do capitalismo, tem entre os pilares de sua pedagogia o educador brasileiro Paulo Freire e, como ele, defende a autonomia do estudante e o caráter libertador da educação. “Quanto mais neoliberal e conservador o mundo fica, maior a pressão sobre as universidades que perturbam o status quo. É preciso educar para perturbá-lo”, afirmou.
O educador afirmou também que em 30 anos nunca deu uma aula expositiva. “Fiz isso no primeiro semestre da minha carreira, nunca mais. Estou convicto de que é uma perda de tempo”, afirmou. O´Loughlin participou de um evento no último dia 21 na Unicamp. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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