Segundo o vereador, a ideia é que prefeitura e diretores do Ouro Verde cheguem num acordo e assumam suas responsabilidades: “Faltam insumos básicos, de anestésicos a esparadrapos, sem falar no desrespeito aos direitos trabalhistas dos funcionários. Caso não haja uma solução rápida para os problemas financeiros e de gestão que afetam o hospital, os servidores entrarão em greve”, afirmou. Para ele, uma paralisação só iria “piorar a situação” e “colocar em risco a vida de pacientes que dependem daquela unidade para fazer algum tipo de tratamento”, disse.
Há um mês que a comida servida no hospital, tanto para funcionários quanto para pacientes, tem se limitado a ovo e arroz. “Não tem feijão, nem legumes e nem carne. É um cardápio totalmente desaconselhado para quem se encontra doente e em tratamento médico”, alertou Petta. Ele revelou ainda que áreas como a ortopedia estão praticamente paradas por falta de condições materiais e as cirurgias de catarata foram suspensas por tempo indeterminado.
O evento acontece no plenário da Câmara Municipal de Campinas e contará com a presença dos diretores da Organização Social Vitale, responsável pela administração do hospital, e de representante da Prefeitura enviado pela Secretaria Municipal de Saúde.
Debate “Crise no Hospital Ouro Verde”
Hoje, 19h
Câmara Municipal de Campinas (Av. Eng. Roberto Mange, 66, Ponte Preta)
Entrada franca
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