O projeto, embasado em um discurso produtivista de que há excesso de feriado, evidencia mais ser uma tentativa de impedir a reflexão sobre racismo no Brasil. O feriado implica em relembrar a indigesta história de 300 anos de escravidão.
O projeto, do vereador Luiz Cezaretto (PP), chegou a ter 13 assinaturas de apoio, o que garantiria a aprovação e o fim do feriado. A proposta também teve o apoio incondicional do presidente da ACIA (Associação Comercial e Industrial de Americana), Dimas Zulian, que chegou a mobilizar os empresários para pressionar pela aprovação.
O projeto já havia sido aprovado em primeira votação por 10 votos contra 8, mas a pressão da população fez dois vereadores mudarem o voto. Assim, o projeto foi derrubado pelo mesmo placar.
Antes da segunda votação, a população a favor do feriado e a comunidade negra também reagiram e fizeram grande mobilização junto aos vereadores. No dia da votação, a comunidade fez grande barulho e pressão, o que possibilitou a derrubada do projeto.
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