Exposição ‘Narrativa gráfica de Orlandeli’ pode ser vista na Biblioteca Zink

Estará aberta ao público durante todo o mês de junho, na Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink”, a exposição “Narrativa gráfica de Orlandeli”.

Walmir Américo Orlandeli, mais conhecido como Orlandeli, é cartunista, quadrinista, chargista e ilustrador. Nasceu em 1974, na cidade de Bebedouro (SP), mas esta radicado na cidade de Rio Preto, onde, em 1994, iniciou sua carreira nas páginas do jornal Diário da Região com a tira “Violência Gratuita”. Publicou em vários veículos, como: jornal Folha de São Paulo, revistas Mundo Estranho, Saúde, Época, Superinteressante, entre outras. É artista premiadíssimo, com prêmios nacionais e internacionais, podemos destacar entre tantos: o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, troféu HQMIX, FIHQ – Festival Internacional de Humor e Quadrinhos, Prêmio Abril de Jornalismo – categoria Infográfico.

Participou de várias edições de albuns famosos, como o Front, Monica’s, MSP50, Central de tiras. É autor das tiras “Grump” e “(SIC)”, publicadas regularmente em alguns jornais do país e no seu site www.ultimaquimera.com.br e dos livros “(SIC)”, “Eu matei o Libório”, “GRUMP: Naqueles tempos – 20 anos de histórias” , “O mundo de Yang”, “Daruma”, as coletâneas :“Grump – Um dia eu chego lá”, “(Sic) vol 1 – Sim, eu posso ver… Eu acho” e “(Sic) vol 2 – É… Olhando assim faz sentido”. Lançou recentemente a Graphic MSP “Chico Bento – Arvorada” pela editora Panini, prepara a obra “O Sinal”, vencedora do Proac – Quadrinhos, e a nova fase da série “O mundo de Yang”.

“A Narrativa gráfica de Orlandeli” tem texto de apresentação de Ruis Vargas, também quadrinista, que assim define a arte desse super artista: “sua escrita é aparentemente simples. Assim como seu desenho, que esconde, no sintetismo das linhas, uma plasticidade própria, uma dança do pincel. A linha de Orlandeli é sui generis, flutua delicadamente pelo branco da tela e do papel. Orlandeli é senhor de um traço que sugestiona e busca o minimalismo. As formas “feias” de seus seres nos fazem, ao mesmo tempo, enxergar o terrível e o cômico. Ruis atenta ainda para o universo de Orlandeli : “o universo de Orlandeli é deformado, assim como o melhor da arte moderna. Ele nos convida a nos despirmos de nossas certezas e nossa vaidade para nos reconhecermos como seres dignos de risadas. E reflexões.” (Carta Campinas com informações de divulgação)

“A narrativa gráfica de Orlandeli”
Quando: até 30 de junho, de 2.a a 6.a, das 9 às 17 horas
Local: Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink”
Avenida Benjamin Constant, 1633 Centro Campinas

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