Por Luís Fernando Praga
Suporta, valente, o fardo das culpas, feridas, calúnias, injustos tormentos que um mundo doente despeja contente no aterro sem fundo de seus sentimentos. Carrega este peso em seu organismo, calada ou na luta, digere, matuta, remói o machismo, enfrenta sozinha, assimila, caminha e enfim, a magia: um milagre transmuta o lixo em poesia, o caos em carinho, em zelo e cuidado a caminho da cria, o amor mais perfeito transborda do peito; alimento e calor, deleite, respeito, lágrima caindo e um olhar radiante diante do lindo rebento que ela pariu. Por essas e outras é tão surreal e não há ficção nem Meryl nem Cher que superem o drama vida real, o suspense, o horror e o filme de amor, de o que é ser mulher e ser mãe no Brasil.
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