Muitas manifestantes eram mães e filhas, que se uniram a sindicalistas, grupos feministas, organizações de defesa dos direitos civis e ao prefeito de Londres, Sadq Khan, em um protesto global realizado um dia após a posse de Trump.
“É um sentimento de solidariedade: não em nosso nome”, afirmou Jill Pickering, estudante americano de 56 anos. “Estou irritado, não votei em Trump”, assinalou.
Segundo os organizadores, 100 mil pessoas participaram da marcha. Em Paris, 2 mil pessoas se concentraram perto da Torre Eiffel com cartazes em que se lia “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, referindo-se ao lema francês.
Em Barcelona, Roma, Amsterdã e Genebra, também houve manifestações contra os comentários de Trump sobre as mulheres.
Em Tel Aviv, cerca de 1 mil pessoas protestaram perto da embaixada americana, com cartazes com frases como “O ódio não é grande” em referência ao slogan de Trump: “Fazer os Estados Unidos grandes de novo”.
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