A portaria que determinava o reajuste foi publicada em março deste ano, mas os residentes dizem não ter recebido o reajuste até o momento.
Em 18 de novembro, os médicos residentes e pesquisadores já haviam feito uma manifestação na capital paulista. O protesto desta quarta-feira teve início por volta das 17h20 de hoje no Museu de Arte de São Paulo (Masp) e os médicos residentes saíram em caminhada pela Avenida Paulista até a Secretaria de Saúde do Estado e Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que ficam próximas uma da outra. A Polícia Militar não deu o número de manifestantes, mas disse que o ato ocorreu de forma pacífica.
Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou que o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) publicou a portaria definindo o reajuste no valor das bolsas dos residentes em março, com atraso, quando o Orçamento já estava “fechado e comprometido”.
Mas os médicos discordam. “O prazo para que os novos valores fossem pagos, segundo a portaria, era 31 de outubro deste ano. Portanto é incorreto dizer que há atrasos de oito meses por parte do governo do estado. O reajuste teria um impacto financeiro de R$ 27 milhões a mais aos cofres da secretaria. Desta forma, a pasta já solicitou aos ministérios da Saúde e da Educação que arquem com a diferença para que o estado possa atender à reivindicação dos residentes”, diz a nota. (Agência Brasil)
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