Foram apresentados três destaques para votação em separado. Um deles propunha retirar a saúde e a educação do teto de gastos. Assim, o limite de gastos para os próximos 20 anos valeria para todas as outras áreas, exceto para essas duas.
O segundo destaque previa que, após aprovada, a PEC deveria passar por referendo. Ou seja, uma consulta à população do Brasil. Os senadores de oposição queriam que a população pudesse opinar se concorda com a proposta de impor o limite de gastos públicos equivalente ao valor do ano anterior corrigido pela inflação.
O último destaque propunha que os juros da dívida pública também estivessem incluídos no teto, de modo que o gasto do governo com isso também tivesse que obedecer ao limite. Os três destaques foram rejeitados.
Com isso, os senadores concluíram a votação da PEC em primeiro turno. Ela passará agora por três sessões de discussão em segundo turno e tem a próxima votação marcada para o dia 13 de dezembro. Se for aprovada sem alterações, a PEC será promulgada no dia 15 de dezembro. (Agência Brasil/Carta Campinas)
(imagem reprodução) Exibição acontece no dia 9 de junho e destaca as brincadeiras tradicionais como…
Sion e Itamar Duo (imagem reprodução vídeo) O projeto Música ADu promove, na quinta-feira, 11…
O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), que entrou de cabeça na extrema direita bolsonarista, deve ser…
(imagem reprodução mundano grafite) As entidades de professores, servidores e estudantes de São Paulo defendem…
(imagem chalogarcia pxl) Depois dos privilégios arraigados de deputados, juízes e militares, agora o brasileiro…
(foto divulgação) O grupo Fios de Choro faz um passeio sonoro pela diversidade da música…