Segundo o ministro, que foi financiado por empresas de plano de Saúde, pesquisadores que defendem um sistema universal de saúde (SUS), como existe em países capitalistas como a Inglaterra, França e Canadá, ou seja, que atenda todos os segmentos da população, “não são técnicos, nem especialistas, são ideólogos que tratam o assunto como se não existisse o limite orçamentário, como se fosse só o sonho”. Para o ministro, parte da população, obviamente quem não tiver recursos para pagar plano de Saúde, vai ficar sem assistência à saúde.
A declaração se transforma em cifrão nas empresas de plano de Saúde. Coincidentemente, o maior doador da campanha de Ricardo Barros é sócio de gigante de planos de Saúde. O ministro já está sendo conhecido como o ministro dos Planos de Saúde.
Enquanto 90% dos empresários brasileiros veem seus negócios minguarem com as medidas do governo que chegou ao poder por um golpe parlamentar, alguns setores estão lucrando: grandes empresários receberão incentivo, grupos de mídia que apoiaram o golpe já receberam aumento de verbas e agora Planos de Saúde.
Já o setor de comércio, que tem a maioria dos empresários brasileiros, é um dos mais prejudicados com o novo governo.
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