Em 1990, durante o 5º Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, o 28 de setembro foi definido como o Dia pela Descriminalização do Aborto. De lá para cá, as mortes e complicações por abortos clandestinos e a criminalização das mulheres que optam por interromper a gravidez continua como problema de saúde pública. Ainda há diferenças entre cada um dos países da região, mas a ausência de políticas e a punição das mulheres fazem parte da regra.
Segundo os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), praticam-se anualmente mais de 4 milhões de abortos na América Latina, sendo 95% deles em condições inseguras.
Entenda como funciona a legislação sobre o aborto no Brasil e no continente. (Do Saúde Popular)
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