Os dados estão no artigo do pesquisador da Fundação de Economia e Estatística (FEE-RS), Antônio Albano de Freitas, publicado no site Brasil Debate.
Para ele, se a alíquota brasileira se igualasse a norte-americana, a arrecadação poderia passar dos atuais R$ 4,7 bilhões para R$ 36,6 bilhões.
Freitas defende a instituição de um Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) progressivo. “Este imposto, de competência estadual, que inclui também as doações em vida, por resolução do Senado em 1992 possui uma alíquota máxima de 8%, que pode variar de estado para estado e pode ser progressiva dentro de cada estado (embora apenas quatro estados apliquem a alíquota máxima de 8%). Assim mesmo, esta alíquota máxima se situa num patamar baixo quando comparada internacionalmente”, anota. (Glauco Cortez/Carta Campinas – Para ver Artigo completo)
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