A pesquisa foi realizada pelo tecnólogo em saneamento ambiental Felippe Benavente Canteras, na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) e divulgada pelo Jornal da Unicamp.
Para o autor, tomando como base na legislação da Cetesb, os resultados dão conta que as concentrações de cromo na rodovia Anhanguera ultrapassaram os valores de intervenção, ou seja, é um solo contaminado. Na Rodovia dos Bandeirantes e na Dom Pedro I, as concentrações de cromo também ultrapassaram o valor de intervenção. Na rodovia Dom Pedro I foram observados valores de chumbo acima dos de intervenção.
Para autor, os resultados são preocupantes do ponto de vista ambiental, com riscos potenciais à saúde da população, à fauna e flora. Ele lembra que os elementos presentes nestas rodovias podem ser dispersos pela ação da chuva e do vento, atingindo o lençol freático e plantações próximas às margens das rodovias.
“Um trabalho que deveria ser feito pelos órgãos competentes, a partir dos apontamentos da pesquisa, é a identificação das fontes dessa poluição. É fato que existe uma poluição atingindo o solo e os próprios elementos em maior concentração revelam isso”, disse o pesquisador ao JU. (Carta Campinas – Mais informações no site da Unicamp)
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