O Ministério Público Federal (MPF/RJ) pediu hoje (30) ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) a aplicação da pena disciplinar de aposentadoria, com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, ao juiz Flávio Roberto de Souza. O magistrado responde a procedimentos administrativos por atuação irregular em processo contra o empresário Eike Batista. Essa é a punição mais severa para um juiz: ficar em casa sem trabalhar ou viajar recebendo os salários pagos pelo contribuinte.
De acordo com o MPF, depois da apreensão de bens de Eike Batista, foram constatados custódia irregular e uso de alguns bens, como três veículos, um piano e uma cópia de ovo Fabergé (peça que, quando original, tem alto valor econômico, remontando ao período dos czares russos) e sete relógios do empresário.
O MPF considerou que o ex-titular da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, responsável pelo processo a que Eike responde por crimes contra o mercado de capitais, agiu de forma incompatível com o decoro da função e teve comportamento funcional incompatível com o bom desempenho das atividades do Judiciário. Flávio Roberto de Souza já tinha sido afastado da 3ª Vara em março. (Agência Brasil; edição Carta Campinas)
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