Na ação que o Ministério Público de São Paulo (MPSP) moveu na Justiça para pedir a condenação do prefeito de Campinas Jonas Donizette (PSB) por improbidade administrativa, há também o pedido de perda dos direitos políticos por cinco anos, multa de 100 vezes o valor da remuneração recebida pelo prefeito Jonas Donizette – o equivalente a R$ 2,1 milhões -, e proibição de contratar ou receber quaisquer benefícios e incentivos fiscais do poder público por três anos.
Ele é acusado de uso da máquina pública para contratação de aliados políticos ou pessoas próximas a membros do alto escalão como comissionados.
De acordo com a promotora do caso, Cristiane Corrêa de Souza Hillal, a ação civil contabilizou 846 cargos de livre indicação, ou seja, vagas destinadas a servidores contratados sem realização de concurso público. A promotoria pede que esse número seja diminuído para 100. A investigação das contratações ocorre desde 2013 pela promotora, que ouviu 846 comissionados da administração direta e indireta – como Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento), Emdec (Empresa de Desenvolvimento de Campinas) e Ceasa (Centrais de Abastecimento de Campinas).
A assessoria de imprensa do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) apontou que a prefeitura tem direito a defesa prévia antes do juiz decidir se vai aceitar a denúncia do MPE.(Do SpressoSP;edição Carta Campinas)
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